sábado, 2 de outubro de 2021

Revolução Interna

E nós, quando temos a consciência que as coisas estão muito erradas ainda neste mundo de relações humanas? Mesmo que tenhamos percebido, a partir do nosso mundinho particular e emocional, podemos revolucionar e buscar a mudança dentro de nós. Talvez, por ainda permitirmos que outras pessoas façam com a gente o que  nos faz adoecer, elas continuarão com tudo isso...com a gente e com outras pessoas.





sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Assim segue


 Não sou escrava das horas ou tento não ser. Mas sou súdita do sol e amiga da lua. 

Respeito o sol para evitar alguns castigos...como enxaqueca, dor nos olhos ou a pele queimada. Venero a sua capacidade de permitir a vida aqui e nos ajudar a enxergá-la. 

A minha amizade com a lua tem limites. Às vezes ela reflete brilho demais e pode me incomodar, também. Mas, na grande maioria das vezes, ela me faz bem e me ajuda a lembrar do amor.

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Acreditar Virtual

 

Acreditar virtual


                                                               PARTE I


Acreditamos no que vemos nas redes sociais? Acreditamos mesmo ou apenas alimentamos uma realidade fictícia generalizada?

Tenho a impressão, em alguns momentos, que vivemos em uma Matrix (igual ao filme). Como se estivéssemos presos em corpo a uma cápsula e vivendo uma realidade criada em nossa mente por uma Inteligência Artificial.

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Naquele grupo as lembranças de juventude estavam sempre presentes. Algumas pessoas ali se encontravam pela leveza que aquele ambiente oferecia em um começo de tempos incertos de pandemia. Esse era meu caso e senti-me muito bem, no início. Conheci pessoas muito interessantes, mesmo sem ter intenção amorosa ou sexual com qualquer uma delas. No entanto, algumas situações me fazem pensar, observar e analisar o quadro até hoje e destas falarei mais adiante. Agora, falarei um pouco mais sobre minha experiência particular no grupo. Veja bem...é uma impressão totalmente pessoal esse texto e não tenho a mínima intenção de criticar, julgar ou discutir sobre a existência e importância do grupo ou grupos, em si. Até porque já nem participo mais e não sei quais amigos ainda fazem parte do mesmo. Logo o circo (sem ofender essa arte - mas, quando vamos a um espetáculo de circo genuíno, sabemos o que estamos buscando) começou, com espetáculos bizarros de publicações demonstrando o máximo de infantilidade, lutas greco-romanas, bilhetes com indiretas, publicações com xingamentos velados ou nem tão velados, onde comecei a "ouvir" uma gritaria na minha mente, mesmo sem escutar uma voz qualquer nestes instantes.

Mas, antes desta gritaria toda, eu aproveitei bastante e até passei a colaborar com o grupo, gerenciando com outros membros (amigas e amigos virtuais) algumas brincadeiras e eventos para o pessoal se divertir com algo parecido com "encontre seu par perfeito". Chegamos a criar um grupo paralelo para este setor dos sentimentos e segui na administração deste,  juntamente com algumas amigas (virtuais) do grupo inicial. Este segundo grupo segue ainda, assim como o primeiro, se fortalecendo mas, deste eu também já saí. A minha saída foi por motivos circenses semelhantes aos do primeiro grupo, além de escolhas pessoais e particulares sobre o que eu queria manter na minha atenção e dedicação na vida. Eu gostava de administrar mesmo e não fazia qualquer questão de encontrar meu "par perfeito". Estava sem nenhuma dor ou ressentimento de qualquer relacionamento antigo ou recente e me sentia leve como uma pluma, sem me afetar com as interações do pessoal, pois não tinha interesse em nenhuma pessoa...de verdade. Torcia pelo amor, tesão, carinho, afeto, amizade e paixão que os participantes destes eventos demonstravam entre si e não estava disposta a trazer para minha lista pessoal, qualquer situação nova neste departamento. Não alimentava as investidas no bate-papo particular e agia da mesma forma com homens e mulheres. Deixava claro que eu estava apenas administrando a zona toda e, realmente, não queria brincar de namoro ou amizade colorida com ninguém ali. Afinal, era tudo virtual e a campanha do "fique em casa" era reforçada no grupo.

Namoro pra mim, deve ser presencial, com troca real de afeto, respeito, amizade, tesão recíproco, assim como muitos outros elementos...e para amizade colorida, ainda que seja uma versão enxuta e mais livre, ainda me valem os mesmos princípios. Namorei pouco se é que você me entende. Não encontro sentido nas interações virtuais de afeto que simulam tesão e trazem uma ilusão de amor. Não consigo me encantar apenas com imagens porque eu preciso de muito mais e a aparência da pessoa não me importa tanto. Não estou sendo hipócrita. Poderia falar isso e apenas valorizar e "curtir" ou dar "amei" em publicações de pessoas (plural, mesmo)que me atraem fisicamente ou que eu queira agradar ou ainda, que eu queira demonstrar algo tipo "olha eu aqui, delícia...estou sempre curtindo tuas fotos sensuais...olha pra mim e me ame porque admiro esse corpo gostoso e malhado que você faz questão de mostrar (deve ser só pra mim, né?)...estou curtindo também aqui essas fotos que nem sei bem o que é ou o que você quis dizer, mas eu estou curtindo mesmo assim, porque eu estou apaixonada e curto, curto, curto, curto, curto qualquer coisa que você publicar porque teu corpo é tudo o que eu quero...me note!".  Nossa, estou dando gargalhadas agora. Mas, esta é a impressão que tenho de algumas pessoas interagindo nas redes sociais. Bom, mas não estou aqui para julgar outrem...estou sim, só um pouquinho. hahaahah  A vida real é cruel.

 

PARTE II

Outro dia...

terça-feira, 13 de julho de 2021

CHEGA DE FIU FIU

Acesse o vídeo aqui:    Chega de Fiu-Fiu    


Direção: Amanda Kamanchek Lemos e Fernanda Frazão

As cidades foram feitas para as mulheres? Juliana de Faria, fundadora da ONG Think Olga e idealizadora da pesquisa “Chega de Fiu Fiu”, realizada em 2013, aponta que cerca de 81% das mulheres já deixaram de sair na rua por medo de assédio. O filme aborda o assédio sexual no Brasil e amplia a discussão ao expor a intersecção entre racismo, machismo, sexismo e transfobia que cada uma das personagens vive diariamente.

Arte e masculinidade – Todos os gêneros (2020)

A conversa reúne autores participantes do livro digital da edição de 2020 do evento Todos os gêneros – que tem como tema central a noção de masculinidades. Neste recorte do encontro, o jornalista Airan Albino, o artista visual Lino Arruda e o escritor Marcelino Freire comentam a criação artística no contexto do debate sobre as masculinidades. Airan Albino (Rio Grande do Sul) é jornalista com atuação nos campos da cultura e das questões de identidade racial. É cofundador do grupo MilTons, que desenvolve ações focadas na reflexão das masculinidades negras. Lino Arruda (São Paulo) é pesquisador, artista visual e quadrinista. Autor da graphic novel autobiográfica Monstrans: experimentando horrormônios, é doutor em literatura com tese sobre autorrepresentação travesti/trans em zines latino-americanos. Marcelino Freire (Pernambuco) é escritor. Romancista, contista e poeta, também atua como professor de oficinas de criação literária e como produtor cultural. Desde 1991, vive em São Paulo, onde criou e segue promovendo a Balada literária, evento que reúne apresentações de artistas de diferentes áreas de expressão em diversos pontos da cidade. Anualmente, Todos os gêneros: mostra de arte e diversidade pensa temas como identidade de gênero, sexualidade, corpo e afetividade, celebrando o caráter plural da experiência humana e a capacidade que cada pessoa tem de ser quem ela é. Em 2020, a sétima edição do evento explorou como tema central a noção de masculinidades – com ênfase no que escapa ou tenta escapar dos padrões impostos de comportamento ou sensibilidade. Gravação realizada remotamente em julho de 2020. Vídeo com legendas em português disponíveis (é preciso ativar o recurso). Acesse o livro digital desta edição de Todos os gêneros: https://www.itaucultural.org.br/secoe... Assista a outros vídeos ligados ao evento Todos os gêneros: https://bit.ly/3dJ1I6c Inscreva-se no nosso canal: http://bit.ly/Inscreva-seIC ITAÚ CULTURAL Presidente: Alfredo Setubal Diretor: Eduardo Saron Gerente do Núcleo de Artes Cênicas: Galiana Brasil Coordenador do Núcleo de Artes Cênicas: Carlos Gomes Produção do Núcleo de Artes Cênicas: Regina Medeiros Gerente do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Claudiney Ferreira Coordenadora do Núcleo de Audiovisual e Literatura: Kety Fernandes Nassar Produção audiovisual: Ana Paula Fiorotto Gerente do Núcleo de Infraestrutura e Produção: Gilberto Labor Coordenador do Núcleo de Infraestrutura e Produção | Produção de Eventos: Januário Santis Produção de eventos: Eduardo Maffeis Interpretação em Libras: Ponte Libras (terceirizada) Captação: Vocs.TV (terceirizada) Edição: Algazarra (terceirizada) Vinheta: F2F Digital (terceirizada) O Itaú Cultural (IC), em 2019, passou a integrar a Fundação Itaú para Educação e Cultura, com o objetivo de garantir ainda mais perenidade às suas ações e o seu legado no mundo da cultura, ampliando e fortalecendo o seu propósito de inspirar o poder criativo para a transformação das pessoas. #ItaúCultural #TodosOsGêneros #Masculinidades

Ana Cañas - ALUCINAÇÃO (Videoclipe Oficial)


Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia, nem no algo mais
Nem em tinta pro meu rosto, ou oba-oba, ou melodia
Para acompanhar bocejos, sonhos matinais

Eu não estou interessado em nenhuma teoria
Nem nessas coisas do oriente, romances astrais
A minha alucinação é suportar o dia a dia
E meu delírio é a experiência com coisas reais

Um preto, um pobre
Uma estudante, uma mulher sozinha
Blue jeans e motocicletas, pessoas cinzas normais
Garotas dentro da noite, revólver: Cheira cachorro
Os humilhados do parque com os seus jornais

Carneiros, mesa, trabalho
Meu corpo que cai do oitavo andar
E a solidão das pessoas dessas capitais
A violência da noite, o movimento do tráfego
Um rapaz delicado e alegre que canta e requebra, é demais!

Cravos, espinhas no rosto
Rock, hot dog
Play it cool, baby
Doze jovens coloridos, dois policiais

Cumprindo o seu duro dever
E defendendo o seu amor e nossa vida
Cumprindo o seu duro dever
E defendendo o seu amor e nossa vida

Mas eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia, nem no algo mais
Longe, o profeta do terror que a laranja mecânica anuncia

Amar e mudar as coisas me interessa mais
Amar e mudar as coisas
Amar e mudar as coisas me interessa mais

Um preto, um pobre
Uma estudante, uma mulher sozinha
Blue jeans e motocicletas, pessoas cinzas normais
Garotas dentro da noite, revólver: Cheira cachorro
Os humilhados do parque com os seus jornais

Carneiros, mesa, trabalho
Meu corpo que cai do oitavo andar
E a solidão das pessoas dessas capitais
A violência da noite, o movimento do tráfego
Um rapaz delicado e alegre que canta e requebra, é demais!

Cravos, espinhas no rosto
Rock, hot dog
Play it cool, baby
Doze jovens coloridos, dois policiais

Cumprindo o seu duro dever
E defendendo o seu amor e nossa vida
Cumprindo o seu duro dever
E defendendo o seu amor e nossa vida

Mas eu não estou interessado em nenhuma teoria
Em nenhuma fantasia, nem no algo mais
Longe, o profeta do terror que a laranja mecânica anuncia

Amar e mudar as coisas me interessa mais
Amar e mudar as coisas
Amar e mudar as coisas me interessa mais

domingo, 11 de julho de 2021

Andarilhando

Era uma vez uma menina que andarilhava. O termo é andarilhar mesmo, porque andava e trilhava por lugares, trechos, sangas, pedras à beira de lagos e rios, matos, ruelas, avenidas, casas de parentes e até mesmo visitava irmãos jovens que estavam servindo ao exército. Por volta dos cinco anos, passou a andarilhar menos. Mudou de cenários e paisagens. As paisagens (naturais) até diminuíram mas, entrou num mundo diferente, com pessoas diferentes. Teve coisas muito boas e também algumas coisas ruins decorrentes desta mudança. Mas, a menina lembra com detalhes várias vivências que ocorreram até os cinco anos de idade. Lembra, também, com detalhes, de coisas lá pelos seus seis e sete anos, já nos cenári
os novos.
Era uma vez, uma menina que observava muito e às vezes, falava muito e em outras vezes, falava "muito pouco". Mas, uma coisa sempre foi presente: a capacidade de adaptação e de tentar achar o conforto emocional em todas as situações que apareciam em sua vida, embora jamais tenha sido fácil.
Mudanças sob seu controle, agora! ...a menina pensava. E a menina cresceu (não muito rsrsrs).
Não sei se é covardia ou coragem, pois quando nos adaptamos, não estamos fugindo. Estamos apenas achando a melhor forma de seguir sem chocar demais o mundo à nossa volta ou a nós, simplesmente.
O que fazer quando parece que sentimos demais, enxergamos ou pensamos ou inventamos pra nós mesmas e mesmos que enxergamos além ou que podemos prever o nosso futuro mais íntimo? Muitas emoções e sentimentos deixamos de sentir porque colocamos nossas observações na frente de qualquer risco. Parece que a qualquer momento mudanças podem ocorrer sem a nossa permissão e é muito melhor nos adaptarmos à sequencia da vida para evitar as partes ruins ou, pelo menos, as piores.

Lendo...

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Lendo_Brincadeira de Paint

Maine Coon_filhotes

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Curiosidade