quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Caso Curt Lange_Seminário Nacional HPC

Durante a minha participação de aluna ouvinte no Seminário Nacional de História e Patrimônio Cultural, ocorrido na Fabico, uma das pesquisas apresentadas me chamou a atenção.
No dia 05 de outubro, na sala 102 da Faculdade de Comunicação, dentro da programação do Simpósio Temático 1, Cláudio Remião apresentou sua pesquisa sobre o polêmico caso Curt Lange. Trata de um estudo que aborda o fato de um musicólogo estrangeiro, apoiado por uma parcela de pessoas ligadas às corporações musicais mineiras, apoderar-se na década de 1940, de manuscritos de composições musicais brasileiras, datados nos séculos XVIII e XIX . Além disso, a pesquisa também traz à luz os questionamentos a respeito dos critérios de transcrição destes documentos, utilizados pelo musicólogo Francisco Curt Lange, enquanto as partituras estavam em suas mãos. Gostei muito da temática do trabalho de Cláudio em levar em consideração a música como patrimônio. Após a apresentação, fiz uma pesquisa sobre o assunto e achei algumas publicações virtuais com reproduções de músicas barroco brasileiras, documentários sobre o próprio Curt Lange e uma página do Acervo Curt Lange. O documentário sobre o musicólogo, tem contribuição de Cláudio Remião, entre os especialistas e pesquisadores que aparecem no vídeo.

Brasil Barroco 1

Brasil Barroco 2

Documentário parte 1

Documentário parte 2

Documentário parte 3

Acervo Curt Lange


Visita virtual_Bordados, desenhos e placas


Mostra virtual_Vivi Pasqual

Exposição Vivi Pasqual_Museu do Trabalho

     O Museu do Trabalho, apresentou a Mostra Individual de trabalhos da artista caxiense Viviane Pasqual, de 18 de agosto a 02 de outubro de 2016. A exposição de Vivi Pasqual nos trouxe desenhos, placas e bordados. Um trabalho com suportes e temas diversos. Visitei a exposição duas vezes, assisti à palestra com a artista e curador e ajudei, voluntariamente, a equipe do Museu do Trabalho na desmontagem e guarda das obras, no dia 04 de outubro. O voluntariado me foi gratificante demais! Além de ter vivido um pouco a realidade de trabalho do Museu e de ter convivido por uma tarde com pessoas maravilhosas, recebi das mãos do Diretor, Hugo Silva, uma linda gravura. 

     A Exposição Viviane Pasqual - Bordados, desenhos e placas.

     Fachada do Museu do Trabalho com placas de autoria de Vivi, anunciando a exposição.

Fachada Principal do Museu do trabalho com três placas metálicas




     Os desenhos emoldurados retratam personagens senegaleses que vieram para o Brasil com os novos fluxos migratórios. Retratos de homens e mulheres do Senegal e de outros países da África Ocidental, os quais foram realizados a partir de fotografias, sempre com a autorização dos retratados, com caneta hidrocor ou giz de cera sobre papel. A intenção da artista é celebrar sua presença na região.


Retratos de imigrantes senegaleses em Caxias do Sul


     Os bordados, com desenhos que lembram os cartoons (impressão minha, não confirmada pela artista, que me olhou com cara de paisagem quando comentei), trazem humor e ironia. Os bordados são feitos sob encomenda, com a máxima fidelidade possível, a partir de desenhos previamente feitos em papel.  Abaixo uma imagem de um bordado, a qual foi retirada da página do Facebook de Vivi e outra da exposição, com vários bordados e desenhos. A esperta, aqui, não encontrou uma foto de boa qualidade de minha autoria referente aos bordados que estavam na exposição.

Bordado 



Bordados e pinturas da Exposição no Museu do Trabalho
     

     As placas, são feitas em suporte metal, pintadas com tinta automotiva. Com mensagens divertidas e coloridas, trazem as impressões da artista de placas utilizadas em sinalização e lugares pelos quais Viviane passou. De diversos tamanhos, fizeram sucesso durante a exposição.


Placas metálicas


Saguão de entrada do Museu com três placas metálicas e um bordado


    Abaixo, imagens da artista e visitantes, admiradores, clientes, amigos após a conversa com o público, no dia 30 de setembro, sexta-feira.

Cerimônia de Encerramento - após conversa com artista e curador

Cerimônia de Encerramento - após conversa com artista e curador

Cerimônia de Encerramento - após conversa com artista e curador

Cerimônia de Encerramento - após conversa com artista e curador

Cerimônia de Encerramento - após conversa com artista e curador
Presente da artista:
Livro com 22 desenhos em formato de postais. Publicado no inverno de 2016 em Caxias do Sul-RS.





     Parabenizo a equipe do Museu pelo carinho e cuidado com o acervo artístico, do início ao fim da exposição e pela paciência com minha pessoa. 

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Seminário Nacional História E Patrimônio Cultural

Seminário Nacional História E Patrimônio Cultural
GT ANPUH BRASIL
Porto Alegre, UFRGS, Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação
3 a 7 de outubro de 2016

Tema do evento: A História e o campo do patrimônio: desafios e perspectivas


     Organizado pela Associação Nacional de História (ANPUH) Brasil, com apoio do curso de Museologia da Fabico, o I Seminário Nacional História e Patrimônio Cultural aborda os desafios e perspectivas do campo do patrimônio e da história através da apresentação de trabalhos, debates, simpósios temáticos e visitas técnicas. Embora a temática "A História e o campo do patrimônio: desafios e perspectivas" possa nos levar à ideia de tratar-se de um Seminário de profissionais de História, os assuntos tratados dizem respeito aos mais variados espaços de conservação, pesquisa, atuação, divulgação, educação e políticas culturais. Independente de patrimônio material ou imaterial, as pautas do Seminário tem caráter multidisciplinar, a começar pelo fato de ocorrer em uma Faculdade de Comunicação, onde o curso de Museologia, apoiador do Seminário, não por acaso, tem profundo interesse.

    Abaixo imagem da Abertura da Conferência, com a Profª Drª Zita Rosane Possamai, coordenadora geral do evento:

03/10/2016 - Abertura Conferência - I seminário Nacional de História E Patrimônio Cultural

Fontes:
Presença como aluna ouvinte da Abertura do Seminário, em 03 de outubro de 2016.
I Seminário Nacional de História E Patrimônio Cultural - Caderno de Resumos e Programação

Links importantes:

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Audiodescrição e Oficinas Sensoriais

Divulgação da Web Radio e TV da Universidade Federal de Pelotas-RS. Belas iniciativas que propiciam ou beneficiam a integração do deficiente visual com a sociedade vidente. Práticas inclusivas, que trazem a audiodescrição e a percepção musical, como facilitadores para essa convivência.

Projeto de Música_Escola Louis Braile

Audiodescrição_Escola Louis Braile

Audiodescrição_Desenhando na Cozinha

Oficinas Sensoriais

segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Ajudar por ajudar...resultados inesperados!

Certa vez, eu estava a chegar no quarteirão onde moro e deparei-me com um pequeno pássaro (adulto, provavelmente...mas pequenino) com muita dificuldade de se locomover, numa calçada. O bichinho estava no chão, encostadinho num muro mas, tentava caminhar e não conseguia voar. Motivo: havia uma substância bem espessa e bem grudenta em seus pezinhos (patinhas) e parte das asas.Peguei o bichinho e o levei pra minha casa. Afinal, havia um pequeno viveiro ainda lá em casa (em outro momento eu posso explicar o motivo da existência do tal viveiro), que o deixou protegido dos gatinhos da casa e com condições básicas para sobreviver.
Tentei melhorar a vida do passarinho, usando água morninha e tals para tirar a coisa grudenta de seu corpo. Com o tempo, algo em torno de uns dois dias, ele ficou completamente livre da substância e já demonstrava vontade de sair dali, embora com uma das asas "avariada". Ok...
Estava eu a raciocinar em busca de uma forma mirabolante que seria mais adequada para libertar o passarinho: colocá-lo no mesmo lugar onde o encontrei, deixá-lo em uma árvore ali perto (mas corria o risco de ser a resina de uma árvore próxima que tenha provocado o incidente), mantê-lo no viveiro até achar uma boa solução...quando, repentinamente, escuto uns pios, assovios, cantos e tudo mais que poderia ser classificado para o momento.
Um outro passarinho igualzinho ao paciente, avisando que estava ali para o que der e vier (ou desse e viesse...sou burrinha e não tenho certeza da regra). Não sei se o visitante estava acompanhando tudo e se manifestou quando percebeu que o amigo já estava em condições melhores ou se ouviu algum som do acidentado (quando este estava já cantarolando) e veio ao encontro do mesmo.
Naquele momento, então, percebi que o meu paciente não estava sozinho no mundo. Abri a porta do viveiro e deixei rolar...o cara conseguiu voar e juntou-se de forma muuuuuito rápida ao amigo(a), companheiro(a), pai, mãe...(nunca vou saber!) que estava nos galhos da árvore e foram embora muito animados.
Fiquei feliz demais. Por vários motivos, como: por ter ajudado um ser a se recuperar de uma situação complicada; por ter possibilitado aos dois não perderem um ao outro e por ter vivenciado uma cena maravilhosa dessa.
Sem moral da estória...cada um entende como quiser. Mas é verdadeira. Uma semana perfeita a todos!

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A difícil arte: Relação Museu e Público-Alvo (2ª parte)

       Por tratar-se de um projeto de educação em museus que vai além da teoria, sendo necessária sua execução na prática, optamos por uma região da cidade onde poderíamos encontrar ambos: instituição museal e público-alvo. A região central de Porto Alegre foi a escolhida pela quantidade de museus e centros culturais, assim como pela diversidade de estilos destes locais, aumentando assim, nossa chance de respostas positivas. Além disso, nesta região da cidade encontramos muitas corporações as quais poderíamos, também, consultar para contar com um grupo de participantes. A definição do local onde será desenvolvido o projeto, veio juntamente com a  escolha do público, após suas respostas positivas.

    Pensamos num público que estivesse próximo à instituição, devido ao deslocamento deste grupo ao museu.  Sendo o projeto voltado a um público específico e não ao público espontâneo de museus, o grupo precisaria estar regularmente reunido, independente da agenda do museu em questão. Este é o caso de turmas de estudantes de escolas e faculdades, de um conjunto de funcionários de um órgão público ou de empresa privada, de um grupo de idosos moradores em um asilo ou até mesmo crianças atendidas por uma fundação ou creche.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Visita ao CCBB - Rio de Janeiro - Brasil

 "Com Ciência" - Exposição CCBB - Junho 2016
"Quando aprendemos a estranhar ou a rejeitar outros seres?"
"Durante a infância somos mais abertos para o diferente."










quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Textos Oralizados

Pessoal, estou gravando em áudio, alguns textos deste semestre (2016/2). Ainda estou aprimorando...mas, já tenho quatro textos (Artigos e Capítulos de Livros) oralizados. Ambos referentes a assuntos relacionados à  Educação em Museus. Se alguém tiver interesse, informe nos comentários.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A difícil arte: Relação Museu e Público-Alvo (1ª Parte)

             O objetivo deste texto não é trazer uma fórmula ou solução à problemática Museu e Público-Alvo. No entanto, apontarei as dificuldades encontradas e os caminhos percorridos durante a elaboração inicial de um Projeto Educativo em Museus para a disciplina Educação em Museus, do Curso de Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalho este, em parceria com a colega Marta, onde já no início do Projeto, com a tarefa de escolher uma instituição e um público-alvo da cidade de Porto Alegre, encontramos as primeiras dúvidas: qual instituição escolher? qual público-alvo determinar, entre a população da cidade?
        Ressalto que, além do objetivo específico do trabalho, que é a elaboração de um Projeto Educativo entre museu e público, muitas questões vem à tona, durante o planejamento. A começar pelo desafio de não apenas apresentar uma ideia à ministrante da disciplina, (Profª Zita) mas, colocar esta ideia em prática. Para isso, a instituição escolhida deve aceitar colaborar e sujeitar-se a um projeto externo de sua administração/direção, mesmo que de acordo com sua agenda e capacidade. Além disso, o público-alvo escolhido também deve estar de acordo em sair de seu lugar de origem e deslocar-se à instituição. Para ambos (instituição museal e público), um encontro real e concreto e não utópico e cheio de fantasias. Assim, o monstro da insegurança surgiu no mar de incertezas que cercam as ideias para o projeto.
            Depois de consultarmos algumas instituições museais, recebemos algumas respostas negativas (não por má vontade mas, porque outros colegas já haviam escolhido estas), outras não responderam e por fim, resposta positiva do responsável pela instituição que aceitou, cordialmente, colaborar com nosso trabalho acadêmico. Paralelamente à questão de "qual museu?", pensamos num público que fosse possível reunir e que estivesse próximo da instituição. Próximo, no sentido de espaço territorial, mesmo. Pensamos na facilidade em levar este público para dentro da instituição e assim, aproximá-los também, dentro do campo das ideias que podem surgir desta relação.
                O público-alvo escolhido é um público original, pelo que percebemos, por não encontrarmos qualquer referência em outros trabalhos. No entanto, dados sobre a instituição museal e sobre o público escolhido, serão expostos quando estivermos com o roteiro melhor definido. 

Boa sorte pra nós!







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Maine Coon_filhotes

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