segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Ajudar por ajudar...resultados inesperados!

Certa vez, eu estava a chegar no quarteirão onde moro e deparei-me com um pequeno pássaro (adulto, provavelmente...mas pequenino) com muita dificuldade de se locomover, numa calçada. O bichinho estava no chão, encostadinho num muro mas, tentava caminhar e não conseguia voar. Motivo: havia uma substância bem espessa e bem grudenta em seus pezinhos (patinhas) e parte das asas.Peguei o bichinho e o levei pra minha casa. Afinal, havia um pequeno viveiro ainda lá em casa (em outro momento eu posso explicar o motivo da existência do tal viveiro), que o deixou protegido dos gatinhos da casa e com condições básicas para sobreviver.
Tentei melhorar a vida do passarinho, usando água morninha e tals para tirar a coisa grudenta de seu corpo. Com o tempo, algo em torno de uns dois dias, ele ficou completamente livre da substância e já demonstrava vontade de sair dali, embora com uma das asas "avariada". Ok...
Estava eu a raciocinar em busca de uma forma mirabolante que seria mais adequada para libertar o passarinho: colocá-lo no mesmo lugar onde o encontrei, deixá-lo em uma árvore ali perto (mas corria o risco de ser a resina de uma árvore próxima que tenha provocado o incidente), mantê-lo no viveiro até achar uma boa solução...quando, repentinamente, escuto uns pios, assovios, cantos e tudo mais que poderia ser classificado para o momento.
Um outro passarinho igualzinho ao paciente, avisando que estava ali para o que der e vier (ou desse e viesse...sou burrinha e não tenho certeza da regra). Não sei se o visitante estava acompanhando tudo e se manifestou quando percebeu que o amigo já estava em condições melhores ou se ouviu algum som do acidentado (quando este estava já cantarolando) e veio ao encontro do mesmo.
Naquele momento, então, percebi que o meu paciente não estava sozinho no mundo. Abri a porta do viveiro e deixei rolar...o cara conseguiu voar e juntou-se de forma muuuuuito rápida ao amigo(a), companheiro(a), pai, mãe...(nunca vou saber!) que estava nos galhos da árvore e foram embora muito animados.
Fiquei feliz demais. Por vários motivos, como: por ter ajudado um ser a se recuperar de uma situação complicada; por ter possibilitado aos dois não perderem um ao outro e por ter vivenciado uma cena maravilhosa dessa.
Sem moral da estória...cada um entende como quiser. Mas é verdadeira. Uma semana perfeita a todos!

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

A difícil arte: Relação Museu e Público-Alvo (2ª parte)

       Por tratar-se de um projeto de educação em museus que vai além da teoria, sendo necessária sua execução na prática, optamos por uma região da cidade onde poderíamos encontrar ambos: instituição museal e público-alvo. A região central de Porto Alegre foi a escolhida pela quantidade de museus e centros culturais, assim como pela diversidade de estilos destes locais, aumentando assim, nossa chance de respostas positivas. Além disso, nesta região da cidade encontramos muitas corporações as quais poderíamos, também, consultar para contar com um grupo de participantes. A definição do local onde será desenvolvido o projeto, veio juntamente com a  escolha do público, após suas respostas positivas.

    Pensamos num público que estivesse próximo à instituição, devido ao deslocamento deste grupo ao museu.  Sendo o projeto voltado a um público específico e não ao público espontâneo de museus, o grupo precisaria estar regularmente reunido, independente da agenda do museu em questão. Este é o caso de turmas de estudantes de escolas e faculdades, de um conjunto de funcionários de um órgão público ou de empresa privada, de um grupo de idosos moradores em um asilo ou até mesmo crianças atendidas por uma fundação ou creche.

terça-feira, 30 de agosto de 2016

Visita ao CCBB - Rio de Janeiro - Brasil

 "Com Ciência" - Exposição CCBB - Junho 2016
"Quando aprendemos a estranhar ou a rejeitar outros seres?"
"Durante a infância somos mais abertos para o diferente."










quinta-feira, 25 de agosto de 2016

Textos Oralizados

Pessoal, estou gravando em áudio, alguns textos deste semestre (2016/2). Ainda estou aprimorando...mas, já tenho quatro textos (Artigos e Capítulos de Livros) oralizados. Ambos referentes a assuntos relacionados à  Educação em Museus. Se alguém tiver interesse, informe nos comentários.


segunda-feira, 22 de agosto de 2016

A difícil arte: Relação Museu e Público-Alvo (1ª Parte)

             O objetivo deste texto não é trazer uma fórmula ou solução à problemática Museu e Público-Alvo. No entanto, apontarei as dificuldades encontradas e os caminhos percorridos durante a elaboração inicial de um Projeto Educativo em Museus para a disciplina Educação em Museus, do Curso de Museologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Trabalho este, em parceria com a colega Marta, onde já no início do Projeto, com a tarefa de escolher uma instituição e um público-alvo da cidade de Porto Alegre, encontramos as primeiras dúvidas: qual instituição escolher? qual público-alvo determinar, entre a população da cidade?
        Ressalto que, além do objetivo específico do trabalho, que é a elaboração de um Projeto Educativo entre museu e público, muitas questões vem à tona, durante o planejamento. A começar pelo desafio de não apenas apresentar uma ideia à ministrante da disciplina, (Profª Zita) mas, colocar esta ideia em prática. Para isso, a instituição escolhida deve aceitar colaborar e sujeitar-se a um projeto externo de sua administração/direção, mesmo que de acordo com sua agenda e capacidade. Além disso, o público-alvo escolhido também deve estar de acordo em sair de seu lugar de origem e deslocar-se à instituição. Para ambos (instituição museal e público), um encontro real e concreto e não utópico e cheio de fantasias. Assim, o monstro da insegurança surgiu no mar de incertezas que cercam as ideias para o projeto.
            Depois de consultarmos algumas instituições museais, recebemos algumas respostas negativas (não por má vontade mas, porque outros colegas já haviam escolhido estas), outras não responderam e por fim, resposta positiva do responsável pela instituição que aceitou, cordialmente, colaborar com nosso trabalho acadêmico. Paralelamente à questão de "qual museu?", pensamos num público que fosse possível reunir e que estivesse próximo da instituição. Próximo, no sentido de espaço territorial, mesmo. Pensamos na facilidade em levar este público para dentro da instituição e assim, aproximá-los também, dentro do campo das ideias que podem surgir desta relação.
                O público-alvo escolhido é um público original, pelo que percebemos, por não encontrarmos qualquer referência em outros trabalhos. No entanto, dados sobre a instituição museal e sobre o público escolhido, serão expostos quando estivermos com o roteiro melhor definido. 

Boa sorte pra nós!







terça-feira, 16 de agosto de 2016

Lugares de Memória



Dois vídeos que mostram um segundo momento de palestras do III Encontro Internacional de Direitos Culturais, que teve como tema "Direitos Culturais, Memória e Verdade", em referência aos 50 anos da instauração do regime militar no Brasil. Os dois vídeos referem-se aos Lugares de memória e preservação de bens culturais no contexto da justiça de transição.


Evento ocorrido na Universidade de Fortaleza, em 2014. Fortaleza, Ceará, Brasil.

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Projeto Educativo em Museu

Primeiro dia de aula do semestre, em 03 de agosto de 2016. A disciplina Educação em Museus apresenta um desafio: Elaborar um Projeto junto a uma Instituição Museal de Porto Alegre com a escolha de um público alvo bem específico.
Primeiro desafio: receber retorno das instituições para poder definir qual aceita, efetivamente, colaborar com o Projeto. 
Segundo desafio: escolher um público alvo, o qual seja possível reunir, mantendo uma característica específica original. 
De desafio em desafio, vou informando, na sequencia, o desenvolvimento (sem mostrar muito o pulo do gato) da jornada. 

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Recomeçando a trilha

Novo semestre na UFRGS. Novos planos, novos projetos...literalmente.
Desafios me ajudam a seguir a trilha com objetivos e metas e isso é o que me faz sentir cada vez mais viva e atuante.
Que venham os resultados esperados.

Lendo...

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Lendo_Brincadeira de Paint

Maine Coon_filhotes

Maine Coon_filhotes
Curiosidade