quinta-feira, 28 de outubro de 2021

SAMBA DA UTOPIA (Jonathan Silva)



Se o mundo ficar pesado Eu vou pedir emprestado A palavra POESIA Se o mundo emburrecer Eu vou rezar pra chover Palavra SABEDORIA Se o mundo andar pra trás Vou escrever num cartaz A palavra REBELDIA Se a gente desanimar Eu vou colher no pomar A palavra TEIMOSIA Se acontecer afinal De entrar em nosso quintal A palavra tirania Pegue o tambor e o ganza Vamos pra rua gritar A palavra UTOPIA Jonathan Silva: voz Ceumar Coelho - participação encantada: voz Filpo Ribeiro: viola dinâmica Lucas Brogiolo: percussão Marcos Coin: violão Coro: Karen Menatti, Lilian de Lima, Eva Figueiredo, Cris Raséc, Luciana Rizzo, Dinho Lima Flor, William Guedes, Rodrigo Mercadante e Lucas Vedovoto. Gravado no Juá Estúdio Vídeo: BRUTA FLOR FILMES #SambaDaUtopia #EleNão #MariellePresente #MoaPresente FACEBOOK: www.facebook.com/jonathancompositor INSTAGRAM: www.instagram.com/jonathansilvacompositor

quarta-feira, 13 de outubro de 2021

 MARIA LÚCIA GODOY

A artista cantou por todo Brasil, rodou o mundo, mas sempre manteve uma ligação muito forte com Minas Gerais. “Ninguém muda aquilo que é como raiz”, diz.
O relacionamento dela com a arte, antes mesmo de lidar com as mais belas melodias, foi com as palavras. Maria Lúcia conta que, quando menina, era declamadora. “As minhas tias choravam, todo mundo chorava. Eu botava muita ênfase, às vezes eu exagerava até. Mas o pessoal gostava muito”, relembra.
A música era algo que brotava no quintal de casa. "A nossa família reunia às vezes, à noite, debaixo do jasmineiro que meu pai plantou. E o jasmineiro tinha mais estrelas que as estrelas no céu. Era lindo, a gente se reunia debaixo do jasmineiro e cantava”, afirma.
A carreira tomou impulso depois que a família se mudou para Belo Horizonte. Ela diz que começou a cantar na igreja e que todos intelectuais da época iam ouvi-la. A partir daí, começou a se apresentar com grandes orquestras e construiu sua trajetória “com muito orgulho e com a maior simplicidade”.

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Universo Feminino - Cecília Meireles


PodCast Universo Feminino. Este episódio traz informações sobre Cecília Meireles, poemas e músicas inspiradas em sua obra. Músicas Presentes neste áudio/vídeo: Música Canteiros - Instrumental ao piano com @heuryferr https://www.youtube.com/watch?v=TnxjE... Música Canteiros - na voz de Fagner Cânticos lidos por Newton Grande, Leonardo Trindade, Isabel Ayala (da obra Cânticos) Cânticos musicados (da obra Cânticos) pelo CD produzido por Telmo Lins e Wagner Cosse, com a participação de vários outros músicos Trecho lido da obra Romanceiro da Inconfidência por Luci Ayala Música Tema do filme Os Inconfidentes (Chico Buarque) Poema Ou Isto Ou Aquilo lido por Miriam Smile Poema Ou Isto Ou Aquilo versão musicada na voz de Priscila Miranda Poema A Bailarina versão musicada por Eduardo Corso, na voz de Diana Cravo Poema Pescaria musicada por Eduardo Corso, na voz Wigder Valle Poema Leilão de Jardim musicado por Marcelo Bueno na voz de Julia Bueno Música Motivo na voz de Fagner

sábado, 2 de outubro de 2021

Revolução Interna

E nós, quando temos a consciência que as coisas estão muito erradas ainda neste mundo de relações humanas? Mesmo que tenhamos percebido, a partir do nosso mundinho particular e emocional, podemos revolucionar e buscar a mudança dentro de nós. Talvez, por ainda permitirmos que outras pessoas façam com a gente o que  nos faz adoecer, elas continuarão com tudo isso...com a gente e com outras pessoas.





sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Assim segue


 Não sou escrava das horas ou tento não ser. Mas sou súdita do sol e amiga da lua. 

Respeito o sol para evitar alguns castigos...como enxaqueca, dor nos olhos ou a pele queimada. Venero a sua capacidade de permitir a vida aqui e nos ajudar a enxergá-la. 

A minha amizade com a lua tem limites. Às vezes ela reflete brilho demais e pode me incomodar, também. Mas, na grande maioria das vezes, ela me faz bem e me ajuda a lembrar do amor.

sexta-feira, 6 de agosto de 2021

quarta-feira, 28 de julho de 2021

Acreditar Virtual

 

Acreditar virtual


                                                               PARTE I


Acreditamos no que vemos nas redes sociais? Acreditamos mesmo ou apenas alimentamos uma realidade fictícia generalizada?

Tenho a impressão, em alguns momentos, que vivemos em uma Matrix (igual ao filme). Como se estivéssemos presos em corpo a uma cápsula e vivendo uma realidade criada em nossa mente por uma Inteligência Artificial.

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Naquele grupo as lembranças de juventude estavam sempre presentes. Algumas pessoas ali se encontravam pela leveza que aquele ambiente oferecia em um começo de tempos incertos de pandemia. Esse era meu caso e senti-me muito bem, no início. Conheci pessoas muito interessantes, mesmo sem ter intenção amorosa ou sexual com qualquer uma delas. No entanto, algumas situações me fazem pensar, observar e analisar o quadro até hoje e destas falarei mais adiante. Agora, falarei um pouco mais sobre minha experiência particular no grupo. Veja bem...é uma impressão totalmente pessoal esse texto e não tenho a mínima intenção de criticar, julgar ou discutir sobre a existência e importância do grupo ou grupos, em si. Até porque já nem participo mais e não sei quais amigos ainda fazem parte do mesmo. Logo o circo (sem ofender essa arte - mas, quando vamos a um espetáculo de circo genuíno, sabemos o que estamos buscando) começou, com espetáculos bizarros de publicações demonstrando o máximo de infantilidade, lutas greco-romanas, bilhetes com indiretas, publicações com xingamentos velados ou nem tão velados, onde comecei a "ouvir" uma gritaria na minha mente, mesmo sem escutar uma voz qualquer nestes instantes.

Mas, antes desta gritaria toda, eu aproveitei bastante e até passei a colaborar com o grupo, gerenciando com outros membros (amigas e amigos virtuais) algumas brincadeiras e eventos para o pessoal se divertir com algo parecido com "encontre seu par perfeito". Chegamos a criar um grupo paralelo para este setor dos sentimentos e segui na administração deste,  juntamente com algumas amigas (virtuais) do grupo inicial. Este segundo grupo segue ainda, assim como o primeiro, se fortalecendo mas, deste eu também já saí. A minha saída foi por motivos circenses semelhantes aos do primeiro grupo, além de escolhas pessoais e particulares sobre o que eu queria manter na minha atenção e dedicação na vida. Eu gostava de administrar mesmo e não fazia qualquer questão de encontrar meu "par perfeito". Estava sem nenhuma dor ou ressentimento de qualquer relacionamento antigo ou recente e me sentia leve como uma pluma, sem me afetar com as interações do pessoal, pois não tinha interesse em nenhuma pessoa...de verdade. Torcia pelo amor, tesão, carinho, afeto, amizade e paixão que os participantes destes eventos demonstravam entre si e não estava disposta a trazer para minha lista pessoal, qualquer situação nova neste departamento. Não alimentava as investidas no bate-papo particular e agia da mesma forma com homens e mulheres. Deixava claro que eu estava apenas administrando a zona toda e, realmente, não queria brincar de namoro ou amizade colorida com ninguém ali. Afinal, era tudo virtual e a campanha do "fique em casa" era reforçada no grupo.

Namoro pra mim, deve ser presencial, com troca real de afeto, respeito, amizade, tesão recíproco, assim como muitos outros elementos...e para amizade colorida, ainda que seja uma versão enxuta e mais livre, ainda me valem os mesmos princípios. Namorei pouco se é que você me entende. Não encontro sentido nas interações virtuais de afeto que simulam tesão e trazem uma ilusão de amor. Não consigo me encantar apenas com imagens porque eu preciso de muito mais e a aparência da pessoa não me importa tanto. Não estou sendo hipócrita. Poderia falar isso e apenas valorizar e "curtir" ou dar "amei" em publicações de pessoas (plural, mesmo)que me atraem fisicamente ou que eu queira agradar ou ainda, que eu queira demonstrar algo tipo "olha eu aqui, delícia...estou sempre curtindo tuas fotos sensuais...olha pra mim e me ame porque admiro esse corpo gostoso e malhado que você faz questão de mostrar (deve ser só pra mim, né?)...estou curtindo também aqui essas fotos que nem sei bem o que é ou o que você quis dizer, mas eu estou curtindo mesmo assim, porque eu estou apaixonada e curto, curto, curto, curto, curto qualquer coisa que você publicar porque teu corpo é tudo o que eu quero...me note!".  Nossa, estou dando gargalhadas agora. Mas, esta é a impressão que tenho de algumas pessoas interagindo nas redes sociais. Bom, mas não estou aqui para julgar outrem...estou sim, só um pouquinho. hahaahah  A vida real é cruel.

 

PARTE II

Outro dia...

terça-feira, 13 de julho de 2021

CHEGA DE FIU FIU

Acesse o vídeo aqui:    Chega de Fiu-Fiu    


Direção: Amanda Kamanchek Lemos e Fernanda Frazão

As cidades foram feitas para as mulheres? Juliana de Faria, fundadora da ONG Think Olga e idealizadora da pesquisa “Chega de Fiu Fiu”, realizada em 2013, aponta que cerca de 81% das mulheres já deixaram de sair na rua por medo de assédio. O filme aborda o assédio sexual no Brasil e amplia a discussão ao expor a intersecção entre racismo, machismo, sexismo e transfobia que cada uma das personagens vive diariamente.

Lendo...

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Maine Coon_filhotes

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